A partir de agosto o lixo produzido em Santiago passará a ser levado para Santa Maria, já que o aterro existente em nosso município não é mais liberado pela Fepan, devido ao Plano Nacional de Resíduos Sólidos. O transporte do lixo será feito pela empresa Ansus, a mesma que já faz o recolhimento e em breve, serão distribuídos cerca de 50 contêineres na área central de Santiago (zona do rotativo), sendo responsabilidade dos moradores de colocarem seu lixo nestes reservatórios, separando o que é reciclável e pode ser reaproveitado pela equipe de triagem, pois a Usina de Triagem seguirá em atividade.
Em entrevista ao jornal A Folha, o prefeito explicou: "Estamos regidos pela Legislação Federal, onde o Plano de Resíduos Sólidos é que estabelece os regramentos de como deve ser a política no gerenciamento do lixo em todo o Brasil. Os municípios tinham um prazo para se adequar e fazer o seu por plano, por obrigação. Dentro disso, a partir de agosto ficam extintos os aterros sanitários que não estiverem adequados. O nosso é um aterro controlado, mas com camada de argila e não com geomembrana. Então, não poderá mais funcionar", explicou. Entre as alternativas estudadas pelo executivo está a criação de um aterro sanitário regional, porém, ainda inviável por causa da burocracia e alto custo. Por enquanto, a melhor alternativa será de mandar o lixo para Santa Maria. O custo do lixo vai aumentar, já que é cobrado por peso. Por isso, a Prefeitura deverá intensificar campanhas para o reaproveitamento do lixo orgânico para que seja utilizado em compostagens, assim, diminuindo custos.

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