Depois da tempestade de granizo que assustou Santiago esta manhã, fomos atrás de mais informações sobre o fenômeno que pode ser destruidor.
Qualquer tempestade que produz granizo que atinge o solo é considerada como uma tempestade de granizo. Normalmente as pedras têm um diâmetro de 5 mm ou mais e podem crescer para 15 mm e pesar mais de 0,5 kg. Segundo o Instituto de Meteorologia, a queda de glóbulos ou pedaços de gelo que têm entre 5 e 50 mm ou mais de diâmetro é denominada saraiva, sendo que em alguns casos este termo é utilizado em substituição à palavra granizo. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), pedaços pequenos de gelo, abaixo dos 5 mm, são classificados como bolas de gelo, bolas de neve ou granizo mole. Bolas isoladas são chamadas de pedras
Ao contrário de grãos de gelo, pedras de granizo estão em camadas e podem ser irregulares e aglutinadas. São compostas de gelo transparente ou de camadas alternadas de gelo transparente e translúcido, com pelo menos 1 mm de espessura, que são depositadas uma sob a outra, uma vez que a pedra, suspensa pelo ar, percorre a nuvem com forte movimento até que o seu peso supere omovimento vertical do ar e caia no chão. Embora o diâmetro de granizo seja variado, em países como os Estados Unidos a observação média do tamanho de uma pedra provocando danos é de 2,5 cm, mesmo tamanho de uma bola de golfe.
Pedras maiores que 2 cm são geralmente consideradas grandes o suficiente para causarem danos. Institutos como o Serviço Meteorológico do Canadá emitem avisos de tempestade severa quando o granizo tem um tamanho maior ou igual a esse, enquanto que o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos faz alertas com 2,5 cm. Outros países têm limiares diferentes de acordo com a sensibilidade local para salvar, por exemplo, áreas de cultivo de uva, que podem ser adversamente afetadas por pedras menores. (da Wikipédia)

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