A renda de pessoal do Exército vinculada em Santiago contempla mais de 2.100 pessoas que recebem salários pagos pela União. 1, 430 militares da ativa, 689 inativos e pensionistas. Em 2013 foram R$ 74. 491.955,00; até agosto de 2014, R$ 54 milhões. A renda de militares da ativa, inativo e pensionistas, vinculados ao Exército Brasileiro, representa 16% do PIB de Santiago, que é de R$ 454.471.000,00 (segundo o IBGE).
A maior parte dos recursos vindos do Tesouro Nacional e do Fundo do Exército, para a Organização Militar de Santiago, na ordem de R$ 7 milhões 203 mil, total recebidos até setembro de 2014, é empregada em empresas de fora da cidade, 43%, cerca de R$ 3 milhões 101 mil e 33% - R$ 2 milhões 386 mil em empresas da cidade, a empenhar R$ 684 mil 804,00. Em âmbito da 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, o montante é de R$ 17 milhões 781 mil 866; destes foram utilizados R$ 16. 057 mil. 297 e a empenhar R$ 1 milhão 724 mil 569.
Conforme o general Douglas Bassoli, que palestrou no Ideias na Mesa do Centro Empresarial, nessa quinta-feira, para que mais recursos fiquem em Santiago é necessário ampliar as opções para aquisição de gêneros alimentícios, mobiliário, material de expediente e de informática, reforma e construção de instalações; aumentar a participação de empresas nos processos licitatórios, na modalidade de pregão eletrônico e investir na qualidade de mão de obra (ensino).
Em Santiago estão sediados, o Quartel General, Esquadrão de Comando, 19º Grupo de Artilharia de Campanha, 9º Batalhão Logístico e 11ª Companhia de Comunicações Mecanizada.

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